Vicente Suzuki

Pessoas

Vicente Suzuki

Sócio · Imobiliário, Societário e M&A, Contratos e Contencioso Estratégico

O ponto comum dos casos que conduz é o momento em que a estrutura que sustentou o crescimento passa a limitá-lo: uma sociedade que precisa ser repensada, um patrimônio que cresceu além da própria governança, uma sucessão que não pode mais ser adiada, uma operação que exige desenho jurídico à altura.

Como trabalha

O cliente é empresário, não jurista: precisa enxergar o risco e o caminho com clareza, não a tese que os fundamenta.

Começa pelos interesses, não pelo instituto. Numa parceria imobiliária, a primeira pergunta não é qual contrato usar — é o que cada lado quer receber, o que cada lado teme perder e o que já foi combinado comercialmente antes de qualquer advogado entrar. A estrutura vem depois disso, e vem no plural: a entrega raramente é uma recomendação, é um conjunto de desenhos comparados, com o efeito tributário, o risco e a exigência de garantia de cada um explicitados para que a escolha seja do cliente.

O trabalho de negociação, por isso, é menos jurídico do que parece. Boa parte dele é traduzir o processo de desenvolvimento imobiliário, ou o de uma operação societária, para quem nunca esteve dentro dele — porque, na maioria das vezes, o que endurece a posição da contraparte não é interesse, é insegurança. Atua na fronteira entre imobiliário, societário e tributário, que é onde essas operações efetivamente se decidem: a escolha da estrutura é simultaneamente uma decisão de incidência e uma decisão de governança, e tratá-las separadamente é o erro mais caro do setor.

Situações que conduz

Imobiliário

Parceria com terrenista: permuta física, financeira, SPE ou SCP?

A estrutura decide mais do que tributação e risco: decide quem garante o quê e como os interesses se equilibram. É o que faz uma parceria travada sair do papel — e é onde modelo de prateleira não chega.

Societário · M&A

Comprar ou vender uma empresa: o M&A de middle market

Middle market não é M&A de bilhão em escala menor: é outro jogo, com outra dose de sofisticação e outro custo de assessoria. Entre a proposta e o fechamento estão a diligência calibrada e os definitivos, onde uma linha de redação pesa mais que uma rodada de preço. No sell-side, é comum termos as grandes bancas do eixo Rio–São Paulo do outro lado da mesa.

Patrimonial e Sucessório

Organizar o patrimônio e a sucessão da família

Não existe planejamento padrão, e holding não serve para tudo. O desenho muda conforme o patrimônio, o passivo, o conflito latente e o que cada família quer que aconteça depois. Equipes sêniores em societário, tributário e sucessório tratando as três dimensões na mesma mesa.

Contencioso

Contencioso estratégico: quando o litígio muda o balanço

Quando a disputa é grande o bastante para mexer no balanço e tirar o sono do conselho. Tese construída com profundidade e jurimetria, acompanhamento presencial desde a audiência, passando pelos gabinetes até o balcão da secretaria, e a conta sempre feita pela repercussão econômica — não pelo processo em si.

Imobiliário

Estruturar antes de lançar: condomínio, loteamento, multiuso ou comunidade planejada

Condomínio fechado, loteamento de acesso ou atmosfera controlada, condomínio de lotes, empreendimento multiuso, multipropriedade, masterplan faseado, comunidade planejada — a complexidade que exige estrutura própria não está no padrão do produto nem no VGV: está no que ele promete e no que precisa continuar funcionando depois da entrega.

Contratos

Minha rede cresceu mais rápido do que os contratos que a sustentam

Franquia, distribuição e representação crescem por contrato — até que os contratos param de acompanhar. Versões, vencimentos e saídas sem distrato formam um passivo que só aparece em ondas.

Societário e M&A

Sócios que concordam hoje: as regras para quando deixarem de concordar

O contrato social diz como a empresa funciona; o acordo diz o que acontece quando os sócios discordam. Entrada, impasse, venda e saída — combinados enquanto a relação é boa.

Societário e M&A

Atrair e manter pessoas-chave para o negócio ganhar escala, com eficiência de custo e segurança

Salário atrai; o que mantém pessoas-chave é construir junto. Partnership, vesting e opções de compra — desenhados como participação societária real, com regras de entrada, evolução e saída.

Formação e atuação institucional

Nome
Vicente Takaji Suzuki
Inscrição
OAB/PR
Graduação
Direito — Universidade Estadual de Maringá
Pós-graduação
MBA em Gestão & Business Law — FGV Direito Rio
Extensões
Contract Design — FGV Direito SP · Investimentos no Mercado Imobiliário — Insper · Fusões, cisões, incorporações e aquisições — Faculdade Brasileira de Tributação
Comissões
Direito Imobiliário e Direito Empresarial — OAB/PR · Negócios Imobiliários, Societário e Mercado de Capitais — Ibradim
Institucional
Vice-presidente de Finanças da ACIM — Associação Comercial e Empresarial de Maringá
Escritório
Cofundador da Moreira Suzuki, em abril de 2011, com Noroara Moreira
Trajetória
Mais de 20 anos na advocacia empresarial. Antes da MS, atuou por cinco anos em escritório full service do noroeste do Paraná, em consultivo e contencioso de alta complexidade
Reconhecimento
Vencedor do Real Estate Tokenization Challenge 2021 (Fibree · BlockSquare), primeiro lugar entre mais de 50 equipes de todo o mundo
Áreas
Imobiliário · Societário e M&A · Contratos · Contencioso estratégico

Reconheceu a situação?

Se você tem uma situação ou um projeto na mesa, ou uma dúvida sobre a estrutura que te ofereceram, fale com a gente.

A hora de conversar é antes da carta de intenções — é o único momento em que a estrutura ainda é escolha.

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